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2 pensamentos sobre “About

  1. Cá estou eu mais uma vez!

    Trago duas matérias de jornal, uma da Folha Online e outra do Estadão sobre o (mau) atendimento do Sistema Público de Saúde do nosso País.

    Espero que seja um deles possa lhe ajudar com uma boa pauta. Vamos ajudar a população com informação!

    Parabéns pelo conteúdo do seu blog. 😉
    Um abraço, JLineu
    (www.twitter.com/inconformado)

    **
    1.

    SUS deverá atualizar a lista de medicamentos

    Um novo projeto aprovado pelo Senado e a caminho da Câmara pode significar uma grande vitória para a saúde pública: ele estabelece que o SUS deve atualizar suas tabelas de remédios e procedimentos, no mínimo, anualmente.

    Isso é importante porque, quando não reconhecidos, esses medicamentos e tratamentos não podem ser oferecidos ao público, motivo pelo qual milhares de processos vêm sendo abertos contra o SUS.

    O linfoma de Dilma Rousseff, por exemplo, ilustra bem essa realidade. Uma doença séria que precisa de tratamento rápido e que já possui medicamentos eficazes disponíveis no mercado, mas não na rede pública.

    Apesar de ainda ter uma luta pela frente, a iniciativa está caminhando. Fique de olho no comportamento dos políticos e confira a íntegra da matéria publicada na Folha Online: http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u736201.shtml

    Vamos ficar de olho!

    2.

    Demora nos exames de câncer de mama no SUS

    O dado é alarmante: em 1/3 dos casos, o período entre a solicitação da mamografia e o resultado chega a demorar 30 dias no sistema público de saúde brasileiro – como se não bastasse o fato de não haver mamógrafos o suficiente para atender à população.

    Para se ter uma ideia, a Sociedade Norte-Americana de Câncer recomenda o prazo de 30 dias entre a descoberta do nódulo com autoexame até a cirurgia, caso exames detectem um câncer.

    Confira a íntegra da matéria no Estado de S. Paulo: http://www.estadao.com.br/noticias/geral,resultado-de-exame-de-mama-demora-ate-um-mes,553794,0.htm

  2. Sugestão de pauta.

    Sou leitor do seu blog e aprecio muito o conteúto postado. Faço um trabalho paraceido (mt menor, é claro) usando um perfil no Orkut e no Twitter. Por isso, fiz o resumo de uma matéria que saiu na última edição da Rev. Época.

    Espero que seja do seu interesse. Um abrço. J.Lineu
    **

    O Cartão SUS que não pegou
    Ousado, projeto federal para criar cartão eletrônico desperdiça R$ 418,6 milhões.

    O Cartão SUS, uma das ações de um projeto federal criado há dez anos para modernizar o atendimento da rede pública de Saúde, tornou-se mais um caso da desastrosa gestão na aplicação de recursos públicos. Com a inovação magnética, seria possível montar um cadastro nacional dos usuários do SUS, construir o histórico clinico dos pacientes, agilizar o atendimento de consultas e procedimentos, como também ampliar e melhorar o acesso da população aos medicamentos. De 2000 a 2009, o projeto não trouxe benefícios para a vida dos brasileiros e já consumiu R$ 418,6 milhões.

    Em 2000, a ousada vontade política ganhou fôlego com o dinheiro vindo de um financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Cenário perfeito para que os gestores ignorassem completamente uma análise inicial dos riscos na implementação de um sistema informatizado em um país com enormes diferenças regionais. Do alto da burocracia, também se esqueceram de mobilizar a peça-chave no contato com o paciente: o profissional de saúde. O peso no quadrante de fraquezas e ameaças, já anunciava o desastre.

    Ainda se somam as clássicas denúncias de favorecimento nas licitações, superfaturamento, desvios e descumprimento dos contratos de fornecimento. Já não se sabe mais o que é causa e consequência do desperdício de dinheiro. Hoje, mais de 10 mil terminais de atendimento e servidores entregues pelo governo espalhados em 44 municípios viraram sucata, o investimento no treinamento de 13000 funcionários foi perdido e o Governo não sabe dizer quantos dos 14 milhões de cartões magnéticos prometidos para o projeto piloto foram emitidos.

    A disparidade na qualidade e na metodologia dos dados coletados nas regiões enterrou por completo a ambição de construir um cadastro nacional informatizado. Enquanto São Paulo – que não participou do Projeto – criou uma base própria de dados, o cartão magnético de uma das unidades do SUS em Brasília é de papel.

    Coincidência triste é que durante os mesmos dez anos, a tecnologia também permitiu um avanço científico considerável nos tratamentos e desenvolvimento de novos medicamentos. Uma lei garante que todas as mulheres acima dos 40 anos realizem a mamografia pelo SUS. Porém, não há mamógrafos distribuídos por todo o país e em bom funcionamento. O câncer de mama é a 1º. causa de morte entre as mulheres. Segundo dados do Ministério da Saúde, 70% da população brasileira depende do atendimento público. Contrassenso, é que a lista de medicamentos do SUS não é atualizada há mais de dez anos, negando a milhares de pacientes melhores chances de cura. A rota dos pacientes tem sido as ações judiciais que estão transferindo ao Judiciário a questão de saúde pública.

    Alguma coisa está fora da ordem. É cartão magnético de papel, é lei que não pega. O Ministério da Saúde promete algumas correções até o fim do ano. Um projeto ambicioso que jogou muito dinheiro fora e infelizmente entra no rol do descaso com a saúde pública.

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